02 Novembro 2009
Mais fotos da embaixada de Honduras
O chapéu sempre presente. Como ele diz, faz parte do personagem
Zelaya, seus assessores e os seguranças
Todas as fotografias acima, como as do poste abaixo, foram tiradas por Lineu de Paula, o diplomata brasileiro responsável pela embaixada.
No 35o dia
Lineu de Paula, no comando da embaixada brasileira em Honduras fez mais fotos no seu 35o dia. Sem perder o bom humor, auto qualifica-se como participante de um BBH - Big Brother Honduras.Hoje já é o 37o dia.
Máscara anti-gases, entre Don Quixote e Mauá
Máscara anti-gases, entre Don Quixote e Mauá
A Primeira Dama refez a barra da calca. Antes estava solta por causa da caminhada que Zelaya fez para cruzar a fronteira entre El Salvador e Honduras. E os sapatos foram engraxados
Breve, mais imagens. Agora, o blogger está com dificuldades de carregar
11 Outubro 2009
No comando da embaixada de Honduras
Mas há também imagens mais descontraídas como a ao lado, que evidencia que o uso de chapéu é mais disseminado lá do que se imagina. E a de baixo, onde o chapéu de Zelaya descansa sobre um aparelho de TV.Só um diplomata consegue trabalhar e conviver com ambas as circunstâncias.
Todas as fotos são do própriio Lineu.
06 Outubro 2009
Lineu de Paula e sua missão em Honduras
Foi o mais absoluto acaso que me fez encontrar o diplomata Lineu de Paula, representante do Brasil na OEA e hoje no comando da embaixada brasileira em Honduras e poder conversar com ele num chat na noite de ontem.
Lineu fez ginásio comigo de 1966 a 1969. Durante muitos anos, essa turma permaneceu distanciada, apenas alguns mantendo contato.
Mas a partir de 2003, começamos a encontrar um por um até que conseguimos encontrar efetivamente todos.
Dessa turma, sabíamos de um que tinha seguido a carreira diplomática: Sergio Danese. Ao reencontrarmos todos, em encontros que vimos fazendo regularmente desde 2004, reencontramos um bem humorado Lineu, admirador de bons champagnes.
Nestes dias, ele vive sem conforto, comandando a embaixada com firmeza, mas trabalhando intensamente do raiar do dia até altas horas da noite.
O que me surpreendeu positivamente foi seu otimismo - que já conhecia - mas não imaginava que conseguisse manter em condições tão precárias e difíceis. Claro, ele acredita que a crise será solucionada em poucos dias.
Acho que vou conseguir manter conversas regulares com ele. Aquelas mais importantes e significativas, conto aqui e no twitter.
Diplomacia
A imagem que fazemos de um diplomata é de alguém que vive no bem-bom. Não é exatamente falsa, mas também não é toda a verdade.
Claro que trabalhar numa boa embaixada oferece alguns privilégios interessantes. Mas a maioria dos diplomatas se espalham por diversos países e sao poucos no mundo aqueles que oferecem uma vida agradável.
Lineu enfrenta as dificuldades e vicissitudes de sua missão com a clareza de que na vida diplomática deve-se estar pronto para qualquer tarefa. Inclusive por ordem na embaixada brasileira em Honduras.
Lineu fez ginásio comigo de 1966 a 1969. Durante muitos anos, essa turma permaneceu distanciada, apenas alguns mantendo contato.
Mas a partir de 2003, começamos a encontrar um por um até que conseguimos encontrar efetivamente todos.
Dessa turma, sabíamos de um que tinha seguido a carreira diplomática: Sergio Danese. Ao reencontrarmos todos, em encontros que vimos fazendo regularmente desde 2004, reencontramos um bem humorado Lineu, admirador de bons champagnes.
Nestes dias, ele vive sem conforto, comandando a embaixada com firmeza, mas trabalhando intensamente do raiar do dia até altas horas da noite.
O que me surpreendeu positivamente foi seu otimismo - que já conhecia - mas não imaginava que conseguisse manter em condições tão precárias e difíceis. Claro, ele acredita que a crise será solucionada em poucos dias.
Acho que vou conseguir manter conversas regulares com ele. Aquelas mais importantes e significativas, conto aqui e no twitter.
Diplomacia
A imagem que fazemos de um diplomata é de alguém que vive no bem-bom. Não é exatamente falsa, mas também não é toda a verdade.
Claro que trabalhar numa boa embaixada oferece alguns privilégios interessantes. Mas a maioria dos diplomatas se espalham por diversos países e sao poucos no mundo aqueles que oferecem uma vida agradável.
Lineu enfrenta as dificuldades e vicissitudes de sua missão com a clareza de que na vida diplomática deve-se estar pronto para qualquer tarefa. Inclusive por ordem na embaixada brasileira em Honduras.
25 Setembro 2009
Aniversário
Ontem completei 55 anos. Ainda não tenho os privilégios dos idosos, mas às vezes sinto ser tratado como se já fosse um deles. Não foi o caso de ontem, quando os alunos ao término da aula me parabenizaram. Também me surpreendi com as mais de cinquenta mensagens que recebi pelo orkut, um site de relacionamento que envelhece - como eu - nestes tempos de redes sociais.
Já estou no twitter, até que tuitando com boa periodicidade.
Aceitei um monte de convites e terminei simplesmente entrando em várias outras redes sociais. Tudo indica que o Facebook é o companheiro do Twitter nestas relações eletrônicas entre as pessoas. Troquei de tuitador. Tinha o twitter fox e migrei para o TwittDeck que também dá acesso ao Facebook e ao My Space. Este último, por enquanto, vou deixar de lado.
Relações eletrônicas são melhores do que nada.
São frias, não no sentido mcluhaniano (que não sei como qualificaria essas novidades) mas como uma coisa que nos liga a pessoas, sem contato, sem olho no olho, sem vivência.
Tenho estado muito ensimesmado.
Um compromisso que breve se tornará público está me colocando para ler, ler, ler e ler como nunca tinha lido.
E ainda tenho que preparar 12 horas de aulas presenciais para um curso que darei em Novo Hamburgo.
Este poste está tratando de tudo, então vamos lá: a turma que está fazendo o No entanto vai ter tranquilidade a partir de agora em termos de gráfica, o que estava meio incerto até ontem.
E, pela primeira vez desde 2005, tirando uma breve experiência mal sucedida, o no entanto já conta com versão online, aqui, e com twitter.
É isso.
Já estou no twitter, até que tuitando com boa periodicidade.
Aceitei um monte de convites e terminei simplesmente entrando em várias outras redes sociais. Tudo indica que o Facebook é o companheiro do Twitter nestas relações eletrônicas entre as pessoas. Troquei de tuitador. Tinha o twitter fox e migrei para o TwittDeck que também dá acesso ao Facebook e ao My Space. Este último, por enquanto, vou deixar de lado.
Relações eletrônicas são melhores do que nada.
São frias, não no sentido mcluhaniano (que não sei como qualificaria essas novidades) mas como uma coisa que nos liga a pessoas, sem contato, sem olho no olho, sem vivência.
Tenho estado muito ensimesmado.
Um compromisso que breve se tornará público está me colocando para ler, ler, ler e ler como nunca tinha lido.
E ainda tenho que preparar 12 horas de aulas presenciais para um curso que darei em Novo Hamburgo.
Este poste está tratando de tudo, então vamos lá: a turma que está fazendo o No entanto vai ter tranquilidade a partir de agora em termos de gráfica, o que estava meio incerto até ontem.
E, pela primeira vez desde 2005, tirando uma breve experiência mal sucedida, o no entanto já conta com versão online, aqui, e com twitter.
É isso.
16 Setembro 2009
Seis meses parado? Não iria permitir. Salvo por 3 dias
Três dias antes de completar seis meses de inatividade, retomo minha atividade de blogueiro. Nos próximos dias, ainda serei um blogueiro relapso, que vai blogar quando tiver algum assunto a tratar e alguma disponibilidade para escrever.
Com o fim de setembro, concluo duas atividades que me tomam muito tempo. Uma, pesadíssima, ainda não posso falar nem escrever publicamente. A outra é um módulo num curso de pós-graduação lato sensu, na Feevale, em Novo Hamburgo. Maiores informações aqui.
A partir de outubro, a intenção é blogar com mais frequência (que estranho essa ausência de trema).
Claro, o jornalismo será assunto de destaque aqui. Mas às vezes contarei histórias, darei pitacos sobre assuntos do cotidiano e vou falar de política e de outros assuntos que durante algum tempo optei por um obsequioso silêncio.
É isso, ao menos para este poste. Outros postes em breve.
Com o fim de setembro, concluo duas atividades que me tomam muito tempo. Uma, pesadíssima, ainda não posso falar nem escrever publicamente. A outra é um módulo num curso de pós-graduação lato sensu, na Feevale, em Novo Hamburgo. Maiores informações aqui.
A partir de outubro, a intenção é blogar com mais frequência (que estranho essa ausência de trema).
Claro, o jornalismo será assunto de destaque aqui. Mas às vezes contarei histórias, darei pitacos sobre assuntos do cotidiano e vou falar de política e de outros assuntos que durante algum tempo optei por um obsequioso silêncio.
É isso, ao menos para este poste. Outros postes em breve.
19 Março 2009
Ferramenta útil. Mas, para quê?
Esta eu achei num blogue que não conhecia, mas achei genial. Não vou dizer o nome do blogue, porque com a ajuda do Google, fica fácil achar a resposta.O blogueiro achou esta preciosidade e começou a imaginar a utilidade do outro lado, onde há um martelinho e uma machadinha.
Claro que a utilidade do lado direito é evidente. O óbvio ululante, diria Nelson Rodrigues.
Mas, para quê serviria o outro lado?
Depois de algumas respostas, dou o linque e os devidos créditos a quem achou a peça e pesquisou a fundo. Na Ambev, por exemplo, ninguém soube responder.
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